A turma de iniciação científica do Colégio Metodista Americano provou que pode ser fácil reduzir os impactos no ambiente. Ao lado do professor José Ramiro Maciel, eles criaram um fogão solar. Confira o que eles contaram para nós:
Ferver água, fritar ovos e assar churrasco. Tudo com energia limpa, sem agressão ao meio ambiente. Essa série de benefícios pode ser conquistada com o Fogão Solar. O objeto portátil criado pela turma da iniciação científica, do Colégio Metodista Americano, é mais uma iniciativa do professor José Ramiro Maciel, que, com seus alunos, mantém a constante busca por saídas para os problemas ambientais.
O Fogão Solar é uma caixa de madeira que traz no seu interior uma placa com mais de cem espelhos, cortados em pequenos quadrados, que direcionam a luz para um mesmo ponto. Essa é a explicação simples para um projeto que ainda está em fase de ajustes, mas já traz resultados concretos.
Um teste realizado sob condições não muito favoráveis, pois o dia estava parcialmente nublado, com o sol das 14h, e temperatura que não passava dos 22ºC, mostrou a eficácia do experimento. Em menos de 5 segundos uma folha de jornal prendeu fogo com o sol focado em sua direção. O mesmo aparelho que incendiou o papel serviu para aquecer uma chaleira com água em apenas 15 minutos, e fritar um ovo em mais 15.
O professor explica que se a temperatura fosse outra e o Fogão fosse utilizado por volta das 12h, seria possível até mesmo fazer um churrasco.
Ramiro conta que a difusão do projeto ajudaria na proteção do meio ambiente.
- Essa é uma grande alternativa de energia limpa. Se o nosso experimento saísse da escola e ganhasse as ruas haveria menos derrubadas de árvores e conseqüentemente diminuiriam as queimadas de lenha e de gás, que contribuem para o aumento do efeito estufa - comenta.
O aluno do 2º ano do Ensino Médio, Pedro Casagrande, 16 anos, comentou sobre o entusiasmo que sente com as aulas na prática ministradas pelo professor Ramiro:
- Acho muito eficaz o ensino, pois ficamos motivados em aprender o conteúdo e felizes em ver a física acontecer - conta o jovem."
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3286593,Alunos-do-Americano-criam-o-Fogao-Solar.html
COMENTÁRIO>> Com a descoberta dos estudantes de um colégio da capital, podemos utilzar o fogo não agredindo a natureza por um simples objeto portátil produzido com material reciclável. Podemos cozinhar alimentos que estamos adeptos com uma energia limpa e com a consciência de que estamos ajudando o palneta onde vivemos. Acho que esse tipo de fogo tinha que estar disponível para todos os cidadãos, porque você pode ferver água, fritar um ovo e até mesmo assar um churrasco, e espero que aconteça isso em breve.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Estudantes desenvolvem carro solar
Vinte e dois alunos do Ensino Médio do Colégio Metodista Americano, integrantes do programa de Iniciação Científica, deram início, neste ano, ao projeto de um carro movido à energia solar. Tudo sob a coordenação do professor José Ramiro Maciel.
Os estudantes utilizaram como base um carro de criança, movido à bateria, e colocaram no capô uma placa de silício que retém a luz solar. A energia, então, é transferida para a bateria, passa para o motor e depois é distribuída entre as quatro rodas do carro. Lorenzo Costa, do primeiro ano, diz que o carro funciona com a energia do futuro:
- Uma energia limpa e renovável, fácil de encontrar.
O professor Ramiro espera que, dentro de dois meses, o projeto esteja finalizado e funcionando.
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3281846,Estudantes-desenvolvem-carro-solar.html
COMENTÁRIO>> Essa notícia mostra que alnuos de uma escola de Porto Alegre projetaram um veículo movido à energia do sol. Isso é ótimo, porque é uma forma de dizer que é facil ajudar o meio ambiente, mostrando que até alunos podem fazer alguma coisa benéfica para a natureza. Sinceramente, eu acho que os jovens estão mais muito mais preocupados com o planeta do que os adultos, que não estão nem aí para esse assunto.
Os estudantes utilizaram como base um carro de criança, movido à bateria, e colocaram no capô uma placa de silício que retém a luz solar. A energia, então, é transferida para a bateria, passa para o motor e depois é distribuída entre as quatro rodas do carro. Lorenzo Costa, do primeiro ano, diz que o carro funciona com a energia do futuro:
- Uma energia limpa e renovável, fácil de encontrar.
O professor Ramiro espera que, dentro de dois meses, o projeto esteja finalizado e funcionando.
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3281846,Estudantes-desenvolvem-carro-solar.html
COMENTÁRIO>> Essa notícia mostra que alnuos de uma escola de Porto Alegre projetaram um veículo movido à energia do sol. Isso é ótimo, porque é uma forma de dizer que é facil ajudar o meio ambiente, mostrando que até alunos podem fazer alguma coisa benéfica para a natureza. Sinceramente, eu acho que os jovens estão mais muito mais preocupados com o planeta do que os adultos, que não estão nem aí para esse assunto.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Preservar: meta difícil
Menos da metade das espécies de animais ameaçados de extinção está protegida - ainda que parcialmente, com apenas alguns exemplares - em unidades de conservação federais. Das 627 espécies que constam no chamado livro vermelho da fauna brasileira ameaçada de extinção, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), nove já foram extintas da natureza e 305 sobrevivem em remanescentes de vegetação integralmente suscetíveis à devastação. Exemplares do restante das espécies que correm risco de desaparecer - 313 espécies - foram identificados nos parques criados pela União, como mostra um levantamento inédito do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), divulgado ontem.
A presença de animais em parques onde, por lei, não pode haver desmatamento amplia as chances de manutenção das espécies. Na Conferência das Partes (COP-10) da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), realizada no Japão em outubro de 2010, o Brasil se comprometeu a evitar, até 2020, a extinção das espécies presentes no livro vermelho. O fato de mais da metade dos animais ameaçados estar fora de unidades de conservação dificulta o cumprimento da meta. Já estão extintas, por exemplo, a arara-azul-pequena, a ararinha-azul e outras aves como o mutum-do-nordeste e o maçarico-esquimó.
Quanto maior o risco de extinção, menor a presença dos animais em unidades de conservação demarcadas pela União, como mostra o levantamento do ICMBio. No caso das espécies vulneráveis, 57,3% estão presentes nos parques federais. Essa proporção é menor para as que estão em perigo: 47,9%. E é ainda mais baixa para espécies "criticamente ameaçadas", em que apenas 36,8% foram encontrados nas reservas federais. "A simples presença de espécies em unidades de conservação não garante a sobrevivência. É preciso avaliar o tamanho das populações", afirma o secretário de Biodiversidade e Florestas do MMA, Braulio Ferreira Dias. "
Animais mais conhecidos, como a onça-pintada, a jaguatirica e o lobo-guará, são os mais presentes nas unidades de conservação. Exemplares da onça-pintada, por exemplo, foram registrados em 59 parques Brasil afora. O risco maior é para espécies pouco divulgadas e, por isso, mais vulneráveis. Mais de 20% das espécies ameaçadas de extinção, encontradas em unidades de conservação federais, ocorrem no Cerrado. Dos parques localizados no Distrito Federal (DF), 57% têm animais que correm risco de desaparecer.
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3272320,Preservar-meta-dificil.html
COMENTÁRIO>> Nessa notícia percebi que no Brasil, o cuidado com as espécies ameaçadas de extinção é grande, mas os animais ameaçados precisam de mais ajuda. Mais da metade dos animais ameaçados estar fora de unidades de conservação dificulta o cumprimento do propósito de salvá-los. E precisamos fazer alguma coisa para que espécies, como por exemplo, a arara-azul-pequena e a ararinha-azul que só existem na fauna brasileira, não morram.
A presença de animais em parques onde, por lei, não pode haver desmatamento amplia as chances de manutenção das espécies. Na Conferência das Partes (COP-10) da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), realizada no Japão em outubro de 2010, o Brasil se comprometeu a evitar, até 2020, a extinção das espécies presentes no livro vermelho. O fato de mais da metade dos animais ameaçados estar fora de unidades de conservação dificulta o cumprimento da meta. Já estão extintas, por exemplo, a arara-azul-pequena, a ararinha-azul e outras aves como o mutum-do-nordeste e o maçarico-esquimó.
Quanto maior o risco de extinção, menor a presença dos animais em unidades de conservação demarcadas pela União, como mostra o levantamento do ICMBio. No caso das espécies vulneráveis, 57,3% estão presentes nos parques federais. Essa proporção é menor para as que estão em perigo: 47,9%. E é ainda mais baixa para espécies "criticamente ameaçadas", em que apenas 36,8% foram encontrados nas reservas federais. "A simples presença de espécies em unidades de conservação não garante a sobrevivência. É preciso avaliar o tamanho das populações", afirma o secretário de Biodiversidade e Florestas do MMA, Braulio Ferreira Dias. "
Animais mais conhecidos, como a onça-pintada, a jaguatirica e o lobo-guará, são os mais presentes nas unidades de conservação. Exemplares da onça-pintada, por exemplo, foram registrados em 59 parques Brasil afora. O risco maior é para espécies pouco divulgadas e, por isso, mais vulneráveis. Mais de 20% das espécies ameaçadas de extinção, encontradas em unidades de conservação federais, ocorrem no Cerrado. Dos parques localizados no Distrito Federal (DF), 57% têm animais que correm risco de desaparecer.
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3272320,Preservar-meta-dificil.html
COMENTÁRIO>> Nessa notícia percebi que no Brasil, o cuidado com as espécies ameaçadas de extinção é grande, mas os animais ameaçados precisam de mais ajuda. Mais da metade dos animais ameaçados estar fora de unidades de conservação dificulta o cumprimento do propósito de salvá-los. E precisamos fazer alguma coisa para que espécies, como por exemplo, a arara-azul-pequena e a ararinha-azul que só existem na fauna brasileira, não morram.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Palestra sobre ambiente e tradicionalismo
Caxias do Sul – Acampamento e preservação ambiental são o foco de uma palestra gratuita que ocorre nesta sexta-feira, às 20h, na Casa do Gaúcho. O tema Sementes para o Futuro: o Meio ambiente e o Tradicionalismo será abordado por policiais da Patrulha Ambiental de Caxias do Sul (Patram) e é direcionado aos integrantes das 101 entidades que compreendem a 25ª Coordenadoria Regional Tradicionalista.
O principal objetivo é mostrar aos tradicionalista como utilizar os parques de acampamentos de maneira consciente, informa o comandante da Patram, Jonas Paulo Bernardes.
– Pretendemos abordar questões como trato correto dos cavalos, a importância da separação do lixo, os cuidados com os fios de luz amarrados em árvores e também sobre as penalidades para quem descumpre as leis ambientais – adianta Bernardes.
O diretor da 25ª Coordenadoria, Jó Arse, acredita que a palestra esclarecerá dúvidas relacionadas ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado entre o Ministério Público Estadual e a 25ª Coordenadoria.
– Muitas pessoas não sabem o que está previsto no TAC, como o transporte de animais em veículos apropriados e os cuidados com os cavalos que participam de provas de laço, por exemplo. O encontro contribuirá para a preservação do meio ambiente durante os acampamentos –explica.
A Patram também abordará temas como poluição sonora, recursos hídricos, fauna e flora. A palestra é aberta ao público e organizada pelo Prendado - Gestão 2010 da 25ª Coordenadoria.
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3264418,Palestra-sobre-ambiente-e-tradicionalismo.html
COMENTÁRIO >> O objetivo dessa palestra no Rio Grande do Sul é ensinar a usar os parques de acampamentos de maneira consciente. Na palestra vão ser discutidos assuntos como a poluição sonora, os recursos hídricos, a fauna e a flora. Isso é importante porque muitos gaúchos não sabem sobre as regras que foram criadas, com o transporte de animais em veículos apropriados e os cuidados com os cavalos que participam de provas de laço.
O principal objetivo é mostrar aos tradicionalista como utilizar os parques de acampamentos de maneira consciente, informa o comandante da Patram, Jonas Paulo Bernardes.
– Pretendemos abordar questões como trato correto dos cavalos, a importância da separação do lixo, os cuidados com os fios de luz amarrados em árvores e também sobre as penalidades para quem descumpre as leis ambientais – adianta Bernardes.
O diretor da 25ª Coordenadoria, Jó Arse, acredita que a palestra esclarecerá dúvidas relacionadas ao Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado entre o Ministério Público Estadual e a 25ª Coordenadoria.
– Muitas pessoas não sabem o que está previsto no TAC, como o transporte de animais em veículos apropriados e os cuidados com os cavalos que participam de provas de laço, por exemplo. O encontro contribuirá para a preservação do meio ambiente durante os acampamentos –explica.
A Patram também abordará temas como poluição sonora, recursos hídricos, fauna e flora. A palestra é aberta ao público e organizada pelo Prendado - Gestão 2010 da 25ª Coordenadoria.
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3264418,Palestra-sobre-ambiente-e-tradicionalismo.html
COMENTÁRIO >> O objetivo dessa palestra no Rio Grande do Sul é ensinar a usar os parques de acampamentos de maneira consciente. Na palestra vão ser discutidos assuntos como a poluição sonora, os recursos hídricos, a fauna e a flora. Isso é importante porque muitos gaúchos não sabem sobre as regras que foram criadas, com o transporte de animais em veículos apropriados e os cuidados com os cavalos que participam de provas de laço.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Troque sua geladeira velha
Não, não estamos incentivando você a sair trocando de geladeira toda hora. Mas, se o equipamento que você tem em casa não é dos mais eficientes quando o assunto é o consumo de energia, pode estar na hora de passá-lo adiante.
Para ajudar quem não tem condições financeiras de comprar uma geladeira nova, a Agência Nacional de Energia Elétrica mantém o programa Troca Incentivada de Refrigeradores. O projeto possibilita que as distribuidoras de energia elétrica proponham a troca dos eletrodomésticos a consumidores mais pobres.
No Rio Grande do Sul, uma parceria entre a Whirlpool e a concessionária AES Sul deu início à substituição de aproximadamente seis mil refrigeradores para famílias de baixa renda. A ideia é que a distribuição dos refrigeradores se estenda por todo o ano, encerrando em dezembro.
Em todo o país, a Whirlpool comercializa os eletrodomésticos novos para as distribuidoras de energia e recolhe os antigos que são desmontados e encaminhados à Central de Reciclagem da companhia em Joinville (SC). Ganha o consumidor, ao gastar menos com a conta de luz, o planeta, ao ter diminuída a demanda por energia, e a empresa, ao antecipar-se à Política Nacional de Resíduos Sólidos e realizar o processo de logística reversa.
Hoje, de 2% a 3% do total de refrigeradores produzidos é destinado ao programa.
Os refrigeradores lançados nos últimos três anos pela Whirlpool gastam 23 kwh/mês de energia, contra 46 kwh/mês de produtos lançados 12 anos atrás.
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3255690,Troque-sua-geladeira-velha.html
COMENTÁRIO>> A troca de refrigeradores velhos por outros novos, é muito necessário. Por isso foi criado a Troca Incentivada de Refrigeradores para aquelas pessoas que não tem condição de trocar sua geladeira. Hoje em dia existem programas que ajudam o condumidor na substituição por modelos mais eficiaentes. É necessário essa troca de aparelhos velhos, que não são mais eficientes quando se fala de consumo de energia para ajudar no meio ambiente e também para baratear a conta de luz, etc.
Para ajudar quem não tem condições financeiras de comprar uma geladeira nova, a Agência Nacional de Energia Elétrica mantém o programa Troca Incentivada de Refrigeradores. O projeto possibilita que as distribuidoras de energia elétrica proponham a troca dos eletrodomésticos a consumidores mais pobres.
No Rio Grande do Sul, uma parceria entre a Whirlpool e a concessionária AES Sul deu início à substituição de aproximadamente seis mil refrigeradores para famílias de baixa renda. A ideia é que a distribuição dos refrigeradores se estenda por todo o ano, encerrando em dezembro.
Em todo o país, a Whirlpool comercializa os eletrodomésticos novos para as distribuidoras de energia e recolhe os antigos que são desmontados e encaminhados à Central de Reciclagem da companhia em Joinville (SC). Ganha o consumidor, ao gastar menos com a conta de luz, o planeta, ao ter diminuída a demanda por energia, e a empresa, ao antecipar-se à Política Nacional de Resíduos Sólidos e realizar o processo de logística reversa.
Hoje, de 2% a 3% do total de refrigeradores produzidos é destinado ao programa.
Os refrigeradores lançados nos últimos três anos pela Whirlpool gastam 23 kwh/mês de energia, contra 46 kwh/mês de produtos lançados 12 anos atrás.
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3255690,Troque-sua-geladeira-velha.html
COMENTÁRIO>> A troca de refrigeradores velhos por outros novos, é muito necessário. Por isso foi criado a Troca Incentivada de Refrigeradores para aquelas pessoas que não tem condição de trocar sua geladeira. Hoje em dia existem programas que ajudam o condumidor na substituição por modelos mais eficiaentes. É necessário essa troca de aparelhos velhos, que não são mais eficientes quando se fala de consumo de energia para ajudar no meio ambiente e também para baratear a conta de luz, etc.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Por uma copa verde no Brasil em 2014
Ao discursar na África do Sul em julho de 2010, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi categórico:
– Faremos uma Copa verde como as nossas florestas.
Menos de um ano depois, já é possível notar alguns esforços para fazer do desejo de Lula uma realidade. Os projetos de melhoria da qualidade da obra dos estádios que receberão jogadores e turistas devem seguir uma linha de redução de impacto ambiental. Alguns já confirmaram a captação da água da chuva e o uso de placas solares. Outros, aproveitam a etapa das obras para doar cadeiras antigas para estádios menores e comercializar material de demolição. Ainda assim, o desejo do coordenador da temática nacional de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Copa de 2014, Claudio Langone, quer mais:
– A ideia é que os visitantes sintam a preocupação socioambiental.
Os organizadores da Copa do Mundo no Brasil tem plena consciência da amplitude do evento, considerado um dos mais televisionados do mundo. Por isso mesmo, desejam que as ações verdes apostadas possam ser vistas mundo afora.
Para alcançar os principais objetivos – mobilizar a sociedade, garantir um legado verde para o país e articular a sustentabilidade como política de inclusão social – será preciso trabalhar bastante. Grande parte dos planos estão definidos, a maioria das arenas está com obras em andamento e muitas buscam certificações ambientais como o LEED - Green Building Council. A grande questão é que grande parte do planejado começa a se desenvolver agora e alcançar a sensibilização dos visitantes e a mobilização dos brasileiros exige esforço.
Um bom exemplo vem da Grã-Bretanha. Com um plano de metas rigoroso e uma equipe que fiscaliza cada etapa do processo o país quer garantir que a Olimpíada de 2012 seja efetivamente considerada verde.
– Foi prometido que seriam os Jogos Olímpicos mais sustentáveis da história. À época, perceberam que sustentabilidade é algo difícil de se definir, e que muita coisa é falada sobre o assunto, mas, às vezes, muito pouco é realmente feito. Por enquanto, estamos de acordo que a comissão tem sido um sucesso – afirma Shaun McCarthy, coordenador da Commission for a Sustainable London 2012 (Comissão para uma Londres 2012 Sustentável).
O investimento em estádios com alta qualidade e baixo impacto é uma delas. Por isso, o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) lançou o programa BNDES ProCopa Arenas que deve financiar parte das obras desde que padrões de redução do impacto sejam respeitados.
Estados como Amazonas, Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco e Rio de Janeiro já formalizaram seus pedidos. Mesmo assim, para receber o dinheiro, será preciso cumprir três condições básicas estabelecidas pelo banco: sustentabilidade econômica pós-Copa, padrões construtivos e de gestão adequados ao uso dos recursos ambientais e adequação ao entorno do estádio.
– Licenciamento ambiental não é diferencial, precisamos ir além – diz Claudio Langone, coordenador da temática nacional de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Copa de 2014.
Um projeto semelhante, chamado BNDES ProCopa Turismo, também deve estimular a construção de hotéis com características verdes ou eficiência energética. Nesse caso, o grande diferencial é o prazo extenso de pagamento e a exigência de certificações aceitas pelo Inmetro, como o Procel Edifica.
Outra ideia importante, mas que ainda está no começo, é o inventário de carbono dos jogos. Está nos planos calcular os gases do efeito estufa emitidos pelas atividades executadas aqui, exceto os que provêm de viagens aéreas. O modo como será feito a compensação – plantio de árvores ou compra de créditos de carbono, por exemplo – também não está definido.
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3253441,Por-uma-copa-verde-no-Brasil-em-2014.html
COMENTÁRIO>> Para a copa de 2014 no Brasil, vão ser instalados instrumentos para a captação da água da chuva, pantio de árvores e o uso de placas solares. Os organizadores da Copa do Mundo no Brasil querem que os visitantes sintam a preocupação socioambiental. Isso é muito importante, pois o governo irá fazer uma infraestrutura boa e avançada mas sem prejudicar o meio ambiente.
– Faremos uma Copa verde como as nossas florestas.
Menos de um ano depois, já é possível notar alguns esforços para fazer do desejo de Lula uma realidade. Os projetos de melhoria da qualidade da obra dos estádios que receberão jogadores e turistas devem seguir uma linha de redução de impacto ambiental. Alguns já confirmaram a captação da água da chuva e o uso de placas solares. Outros, aproveitam a etapa das obras para doar cadeiras antigas para estádios menores e comercializar material de demolição. Ainda assim, o desejo do coordenador da temática nacional de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Copa de 2014, Claudio Langone, quer mais:
– A ideia é que os visitantes sintam a preocupação socioambiental.
Os organizadores da Copa do Mundo no Brasil tem plena consciência da amplitude do evento, considerado um dos mais televisionados do mundo. Por isso mesmo, desejam que as ações verdes apostadas possam ser vistas mundo afora.
Para alcançar os principais objetivos – mobilizar a sociedade, garantir um legado verde para o país e articular a sustentabilidade como política de inclusão social – será preciso trabalhar bastante. Grande parte dos planos estão definidos, a maioria das arenas está com obras em andamento e muitas buscam certificações ambientais como o LEED - Green Building Council. A grande questão é que grande parte do planejado começa a se desenvolver agora e alcançar a sensibilização dos visitantes e a mobilização dos brasileiros exige esforço.
Um bom exemplo vem da Grã-Bretanha. Com um plano de metas rigoroso e uma equipe que fiscaliza cada etapa do processo o país quer garantir que a Olimpíada de 2012 seja efetivamente considerada verde.
– Foi prometido que seriam os Jogos Olímpicos mais sustentáveis da história. À época, perceberam que sustentabilidade é algo difícil de se definir, e que muita coisa é falada sobre o assunto, mas, às vezes, muito pouco é realmente feito. Por enquanto, estamos de acordo que a comissão tem sido um sucesso – afirma Shaun McCarthy, coordenador da Commission for a Sustainable London 2012 (Comissão para uma Londres 2012 Sustentável).
O investimento em estádios com alta qualidade e baixo impacto é uma delas. Por isso, o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) lançou o programa BNDES ProCopa Arenas que deve financiar parte das obras desde que padrões de redução do impacto sejam respeitados.
Estados como Amazonas, Bahia, Ceará, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco e Rio de Janeiro já formalizaram seus pedidos. Mesmo assim, para receber o dinheiro, será preciso cumprir três condições básicas estabelecidas pelo banco: sustentabilidade econômica pós-Copa, padrões construtivos e de gestão adequados ao uso dos recursos ambientais e adequação ao entorno do estádio.
– Licenciamento ambiental não é diferencial, precisamos ir além – diz Claudio Langone, coordenador da temática nacional de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Copa de 2014.
Um projeto semelhante, chamado BNDES ProCopa Turismo, também deve estimular a construção de hotéis com características verdes ou eficiência energética. Nesse caso, o grande diferencial é o prazo extenso de pagamento e a exigência de certificações aceitas pelo Inmetro, como o Procel Edifica.
Outra ideia importante, mas que ainda está no começo, é o inventário de carbono dos jogos. Está nos planos calcular os gases do efeito estufa emitidos pelas atividades executadas aqui, exceto os que provêm de viagens aéreas. O modo como será feito a compensação – plantio de árvores ou compra de créditos de carbono, por exemplo – também não está definido.
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3253441,Por-uma-copa-verde-no-Brasil-em-2014.html
COMENTÁRIO>> Para a copa de 2014 no Brasil, vão ser instalados instrumentos para a captação da água da chuva, pantio de árvores e o uso de placas solares. Os organizadores da Copa do Mundo no Brasil querem que os visitantes sintam a preocupação socioambiental. Isso é muito importante, pois o governo irá fazer uma infraestrutura boa e avançada mas sem prejudicar o meio ambiente.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Japão detecta excesso de radiação em leite e espinafre
Amostras de leite e espinafre das cidades de Fukushima - palco do acidente nuclear na usina de Daiichi por conta do terremoto de magnitude 9 - e Ibaraki, no Japão, apresentaram excesso de radiação, afirmaram autoridades japonesas neste sábado (19). O governo também afirmou que as águas correntes de Tóquiio e de cinco províncias do país também apresentam pequenas amostras de iodo radioativo e césio, porém sem risco à saúde humana.
O porta-voz do governo Yukio Edano afirmou que a radiação estava acima dos padrões regulamentados no país. Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AEIA), o Ministério da Saúde do Japão solicitou uma investigação sobre produtos alimentícios vindos de Fukushima (A AEIA havia informado anteriormente que a venda dos produtos havia sido suspensa. A agência divulgou a correção desta informação às 13h30 deste sábado).
A AEIA também confirmou a contaminação por iodo radioativo. Segundo a agência da ONU, amostras de comida nos arredores de Fukushima foram analisadas entre 16 e 18 de março.

Fazendeiro confere plantação não contaminada de alho-poró em Yamamoto (Foto: Kyodo News / AP Photo) Apesar da meia-vida do elemento presente nos alimentos ser de apenas 8 dias, as autoridades japonesas afirmam que há risco aos consumidores no curto prazo.
Quando ingerido, o iodo radioativo pode ser acumulado e causar danos à glândula tireoide. Para combater esse efeito, o governo japonês recomendou a distribuição de cápsulas de iodo estável (não radioativo) aos refugiados da área de 20 quilômetros ao redor de Fukushima, para evitar que o material radioativo seja absorvido.
Edano disse que o governo foi informado na sexta-feira (18) que altos níveis de radiação foram detectados em leites de vacas em uma fazenda na cidade de Fukushima, segundo informou a rede de televisão “NHK”. O porta-voz ainda divulgou que o governo recebeu a informação de que seis amostras de espinafre testadas em um instituto de pesquisa na cidade de Ibaraki continham níveis mais altos de radiação do que o padrão oficial.
Segundo a “NHK”, o ministro da Saúde do Japão pediu que Ibaraki identifique onde essas amostras de espinafre foram retiradas e qual é sua rota de distribuição.

O porta-voz do governo Yukio Edano afirmou que a radiação estava acima dos padrões regulamentados no país. Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AEIA), o Ministério da Saúde do Japão solicitou uma investigação sobre produtos alimentícios vindos de Fukushima (A AEIA havia informado anteriormente que a venda dos produtos havia sido suspensa. A agência divulgou a correção desta informação às 13h30 deste sábado).
A AEIA também confirmou a contaminação por iodo radioativo. Segundo a agência da ONU, amostras de comida nos arredores de Fukushima foram analisadas entre 16 e 18 de março.
Fazendeiro confere plantação não contaminada de alho-poró em Yamamoto (Foto: Kyodo News / AP Photo)
Quando ingerido, o iodo radioativo pode ser acumulado e causar danos à glândula tireoide. Para combater esse efeito, o governo japonês recomendou a distribuição de cápsulas de iodo estável (não radioativo) aos refugiados da área de 20 quilômetros ao redor de Fukushima, para evitar que o material radioativo seja absorvido.
Edano disse que o governo foi informado na sexta-feira (18) que altos níveis de radiação foram detectados em leites de vacas em uma fazenda na cidade de Fukushima, segundo informou a rede de televisão “NHK”. O porta-voz ainda divulgou que o governo recebeu a informação de que seis amostras de espinafre testadas em um instituto de pesquisa na cidade de Ibaraki continham níveis mais altos de radiação do que o padrão oficial.
Segundo a “NHK”, o ministro da Saúde do Japão pediu que Ibaraki identifique onde essas amostras de espinafre foram retiradas e qual é sua rota de distribuição.
COMENTÁRIO>> Com o terremoto e a tsuname no Japão, faltou luz e superaqueceu os reatores de uma usina nuclear nas cidades de Fukushima e Ibaraki. Com isso, esta usina explodiu e liberou iodo radioativo na atmosfera. Esse iodo é muito prejudicial à saúde, causando queimaduras e provocando deformações celulares. Cientistas então, detectaram o excesso desse iodo no leite e espinafre, mas com nível não nocivo a saúde.
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