quinta-feira, 16 de junho de 2011

Alimento armazenado corretamente tem maior índice de aproveitamento


      Nem tudo que vai para o lixo deveria ir. Muitas vezes, as partes descartadas de frutas, verduras e legumes são ricas em propriedades nutricionais.
      Isso vale não só para os in natura, mas para os industrializados. Sempre se pode evitar o desperdício de comida, como explica a nutricionista Dafna Kann, especialista em qualidade dos alimentos. Ela cita como exemplo as cascas de frutas, que costumam ser fonte de fibras, vitaminas e minerais.
      — Entre elas, podemos aproveitar as da banana, as do mamão e as entrecascas da melancia e do melão — recomenda.
      Outra notória reserva de vitaminas são os talos de vegetais, como a cenoura, o salsão, a salsinha e a beterraba. Já algumas sementes contribuem para a ingestão de fibras.
      — As da abóbora, quando torradas e salgadas, tornam-se um delicioso tira-gosto, e as do mamão, quando torradas, podem ser consumidas com granola, aveia e cereais matinais — ensina a nutricionista.
      — A folha da beterraba, por sua vez, pode ser preparada da mesma forma que a couve refogada. Os caules dos vegetais folhosos picados podem entrar em receitas de sopas, tortas de legumes e sucos. Ainda há a possibilidade de transformar as folhas e as cascas de ovos em farinhas — explica a também nutricionista Raquel Adjafre.
      Para fazer durar mais
      Para além do prato do brasileiro, o desperdício pode ocorrer no processo de conservação dos alimentos. Nesse sentido, congelador e freezer são os melhores amigos da dona de casa consciente.
      — Podemos congelar todos os mantimentos, tanto antes de serem preparados, como depois de prontos — acrescenta Raquel.
      Assim, prolonga-se a validade deles.
      Na verdade, os cuidados devem começar tão logo os alimentos cheguem em casa. No momento de guardar, é preciso priorizar os produtos que necessitam de refrigeração, em seguida, os congelados e hortifrútis e, por último, os não perecíveis.
      — Outro cuidado que devemos ter é colocar os com prazo de validade perto do vencimento na frente dos alimentos mais novos, o que evitará que eles estraguem — reforça Dafna.
      Todos os in natura devem ser armazenados na parte inferior da geladeira, de preferência dentro das gavetas. Além disso, devem ser guardados dentro de sacos de plástico limpos.
      — É recomendado lavá-los e higienizá-los apenas quando for consumir. Se lavados antes de guardar na geladeira, a durabilidade será menor — diz a especialista.
      Para produtos que necessitem de refrigeração, deve-se observar as temperaturas ideais de armazenamento indicadas na embalagem.
      O melhor jeito de guardar
      Quando se trata de armazenamento, o plástico é o material mais usado, devido à sua praticidade.
      — Os potes de plástico têm, normalmente, um bom vedamento, são leves e difíceis de quebrar. O ponto negativo é que alguns tipos acabam acumulando o odor e o sabor dos alimentos armazenados — esclarece a nutricionista Dafna Kann.
      O vidro tem a vantagem de ser um produto ecologicamente mais correto, uma vez que é quase 100% reciclável.
      — Além de manter melhor as características sensoriais dos alimentos armazenados, não acumula resíduos após ser lavado. As desvantagens do material são o peso e a facilidade de quebrar — completa Dafna.
      Para esse intuito, caixas de papelão estão descartadas: ficam úmidas na geladeira e atraem pragas no seco. Vale lembrar que a umidade, o calor e a incidência de luz são capazes de alterar as características tanto dos alimentos quanto das embalagens.
      — Independentemente do local e da temperatura, é importante manter todos os alimentos fechados e cobertos, deixando um espaço para circulação de ar entre eles, ou seja, nunca podemos deixar os alimentos amontoados — resume a nutricionista.
COMENTÁRIO>> Muitas pessoas não cuidam dos alimentos quando chegam em casa com suas compras. Cuidados básicos com os eles são necessários, como ensacar alguns produtos, colocar na geladeira, não deixar exposto ao Sol... Esses cuidados são necessários para que o alimento não perca suas vitaminas.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O plástico ocupa 25% da sua lixeira


      Quando vai a festas de aniversário de amigos ou colegas e depara com montanhas de copos, pratinhos, papéis de docinhos, garrafas PET e itens de decoração descartados no lixo, Sofia Grivot Volkmann, oito anos, fica impressionada. A enorme quantidade de plástico, muitas vezes descartada de forma errada, não faz parte da rotina da menina.
      E, de fato, é necessário aumentar a conscientização para o encaminhamento correto do resíduo - estima-se que o tempo para sua decomposição varie entre cem e 400 anos.
      Em 2009, pouco mais de 21% dos plásticos rígidos produzidos no Brasil foram reciclados - 556 mil toneladas. Já entre as embalagens PET, o índice chega a 55,6%, ou 262 mil toneladas, conforme dados do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre). O país é o segundo colocado em reciclagem de PET no mundo, atrás apenas do Japão. E isso retorna ao consumidor transformado em cabides, vassouras, sacos de lixo, calçados, camisetas e até em paradas de ônibus. A nova forma de aproveitar as sacolinhas, a madeira de plástico, pode ser utilizada também para construir abrigos, floreiras e lixeiras.
      E há ainda muito desse material para ser reciclado por aí. Segundo informações do Departamento Municipal de Limpeza Urbana de Porto Alegre (DMLU), em torno de 25% do lixo seco descartado na cidade é composto de plásticos. Do total de um quilo de lixo produzido por pessoa ao dia, cem gramas são constituídas de plástico. Isso dá um total de cerca de três quilos ao mês.
      É preciso tratar o ambiente externo como o próprio corpo
      Para a mãe de Sofia, a terapeuta Ana Grivot, 39 anos, as pessoas precisam mudar a forma como interagem com os resíduos que produzem. Morando em um condomínio horizontal vizinho à mata nativa, ela encara o consumo de materiais descartáveis de forma ampla. A terapeuta acredita que separar o lixo tem tudo a ver com uma convivência em harmonia com o que está em volta:
      - A questão de separar o lixo é de consciência, engloba a vida toda. Quando pensas em lixo, estás pensando além dele. Estás pensando na forma como se age na vida.
      Assim como os demais integrantes das famílias retratadas nesta reportagem, Ana considera que o principal desafio atual é a conscientização efetiva das pessoas em relação à necessidade de mudança nos processos de consumo. É preciso ir além do discurso.
      Trabalhando diariamente com produtos vindos da natureza, como florais e elixires, ela e Sofia consideram fundamental os processos de reciclagem.
      - É preciso tratar o ambiente externo da mesma forma que se trata o próprio corpo. O lixo exige discernimento. É preciso colocar na mente que, se isso é um plástico, ele deve ter o destino correto - avalia Ana.
COMENTÁRIO>> Com essa notícia percebi que produzimos muito lixo e que 25% dele, são plásticos. E o Brasil está realmente preocupado com esse fato e por isso, ele ocupa o segundo lugar numa pesquisa mundial na reciclagem de resíduos, ficando atrás apenas do Japão. Espero que com isso as pessoas do mundo inteiro se preocupem em reciclar e proteger o planeta da poluição.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Governo federal decide reavaliar projeto de construção de usinas nucleares no Brasil

      O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou nesta quarta, dia 1º, que a decisão de construir mais quatro usinas nucleares no Brasil está sendo reavaliada pelo governo.
      — Essa previsão está sendo reavaliada pelo Ministério de Minas e Energia e Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). Com o episódio no Japão (em março, quando terremoto e tsunami provocaram um dos mais graves acidentes nucleares da história), tomei a iniciativa de determinar uma reavaliação da segurança. Não estamos submetendo aquilo que já existe, as duas em funcionamento e a terceira em construção (todas em Angra dos Reis) — disse.
      
A exemplo do que fez na época do acidente nuclear em Fukushima, no Japão, o ministro afirmou que as usinas em funcionamento hoje no Brasil (Angras 1 e 2) estão entre as mais seguras do planeta.
      
— As nossas estão entre as melhores e mais seguras e produtivas do mundo. As quatro que estão planejadas poderão ser construídas ou reavaliadas — afirmou.

http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3333315,Governo-federal-decide-reavaliar-projeto-de-construcao-de-usinas-nucleares-no-Brasil.html

COMENTÁRIO>> No Brasil, a construção de uma usina nuclear é uma proposta para os próximos anos. Mas com o acidente na usina nuclear em Fukushima, no Japão, fez o ministro rever a sua decisão. Eu acho isso muito ruim para o país, construir uma usina nuclear no Brasil, qualquer falha nessa usina pode gerar grandes problemas prejudiciais a saúde dos brasileiros.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

As compras vão direto para a caixa


      Já experimentou carregar as compras do supermercado em caixas em vez de sacolas plásticas ou de pano? Pois saiba que é bem prático, especialmente para itens como garrafas e latas.
      Pensando nisso, a Celulose Irani desenvolveu uma embalagem de papelão com capacidade para armazenar a mesma quantidade de produtos que cinco sacolinhas das tradicionais.
      E o melhor, a caixa não utiliza fita, cola ou grampos para sua montagem e pode ser usada diversas vezes. A matéria-prima empregada vem de áreas de manejo florestal e é inteiramente reciclável.
     Também vale pedir aos empacotadores do mercado para utilizar as caixas que sobram dos produtos. Aí, além de evitar o uso excessivo das sacolinhas, você ainda dá uma nova utilidade às embalagens.
COMENTÁRIO>> Essa notícia traz um assunto muito interessante. Porque as sacolinhas plásticas usadas para levar as compras demoram muito tempo para se decompor no meio ambiente. E com as caixas, tem como carregar o mesmo conteúdo que cinco sacolinhas de supermercados. Com isso, espero que as pessoas adquirem caixas para carregar suas compras e ajudem o seu planeta.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Porto Alegre pode receber centro de reciclagem de lixo eletrônico

      A prefeitura de Porto Alegre e a empresa baiana Cetrel, do Grupo Braskem, irão preparar um projeto piloto para que a capital gaúcha seja a primeira cidade brasileira a implantar um sistema de coleta, triagem e reaproveitamento de resíduos tecnológicos. Não há previsão para implementação do plano.
      A ideia foi debatida no Meeting de Tecnologia da Federasul nesta terça-feira. O evento recebeu o coordenador-geral do Inovapoa, Newton Braga Rosa, e o líder de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Cetrel, Alexandre Machado. Conforme os palestrantes, Porto Alegre foi selecionada por estar avançada em relação ao processo de logística, com as cooperativas de triagem e reciclagem já existentes. Eles afirmaram que a logística ainda é o grande empecilho para o Brasil investir nesse processo, que há anos é aplicado em outros países mais desenvolvidos, e por isso estão buscando parceria com diversas entidades.
— Atualmente um metro cúbico de resíduos eletrônicos vale de 20 mil a 25 mil dólares. Isso significa que reciclar é ainda mais vantajoso, sobretudo por causa dos metais nobres, como ouro, cobre e paládio contidos nas placas eletrônicas — explicou Machado.
      Para Newton Rosa, além de ser economicamente rentável, a iniciativa atende à Lei Federal da Logística Reversa, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
— A prefeitura está empenhada neste projeto e já em dezembro do ano passado deu o primeiro passo com a realização de uma feira de recolhimento de computadores descartados — lembrou.
      O representante da Cetrel apresentou ainda um levantamento mostrando que, com o volume de lixo eletrônico descartado no Brasil — atualmente em 996,8 mil toneladas por ano —, seria possível atingir um faturamento anual de, no mínimo, R$ 6 bilhões se for processado apenas o ouro contido nestes resíduos:
— Estamos vendendo para o Exterior ouro, prata, e uma lista de 14 metais nobres contidos nas placas eletrônicas como lixo, que poderia ser reaproveitado produzindo riqueza para o nosso país.
      A reunião almoço foi coordenada pelo foi mediado pelo vice-presidente da Federasul e coordenador da Divisão de Tecnologia da entidade, Jaime Wagner.

http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3313992,Porto-Alegre-pode-receber-centro-de-reciclagem-de-lixo-eletronico.html

COMENTÁRIO>> Esta notícia fala que a cidade de Porto Alegre irá ter um projeto para que seja a primeira cidade brasileira a ter um sistema de coleta e reaproveitamento de materiais tecnológicos. Muitas pessoas, inclusive eu, não sabem onde devem colocar um aparelho eletrônico que não usam mais, como uma televisão, computador, celular e etc. E com esse projeto da capital, espero que as pessoas saibam e tenham onde jogar fora esses resíduos tecnológicos.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Supermercados paulistas vão abolir sacolinhas plásticas

      O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), assinou nesta segunda-feira um protocolo de intenções com a Associação Paulista de Supermercados (Apas) para realização de estudos e ações visando acabar com o uso de sacolas plásticas descartáveis nos estabelecimentos do setor no Estado de São Paulo. Mensalmente, as lojas filiadas à Apas utilizam cerca de 2,5 bilhões de sacolinhas plásticas, feitas à base de petróleo. A meta do governo e da associação é zerar este consumo a partir de janeiro de 2012.
      A iniciativa já vem sendo aplicada em Jundiaí, interior do Estado. Os supermercados da cidade paulista praticamente aboliram o uso da sacola plástica, e de acordo com a Apas, a maioria dos jundiaienses optou por levar sacolas retornáveis e carrinhos de feira e poucos desembolsaram pela embalagem biodegradável, feita de amido de milho e que custa R$ 0,19 a unidade. Além disso, as lojas oferecem caixas de papelão para o consumidor embalar suas compras. Segundo a Apas, a substituição de embalagem teve adesão de 95% dos supermercados de Jundiaí e recebeu a aprovação de 75% da população.
      O protocolo de intenções foi assinado por Alckmin em evento de abertura do 27º Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados, na capital paulista. Os donos dos supermercados agora terão seis meses para fazer campanhas de estímulo à mudança de hábito do consumidor.
      O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, participou da cerimônia e disse que o projeto vai ao encontro dos anseios dos brasileiros.
— É muito importante que a gente possa avançar em políticas públicas que protejam o meio ambiente — defendeu.
      O prefeito disse ainda acreditar em um entendimento para que, numa segunda etapa, as sacolinhas biodegradáveis não sejam cobradas, mas oferecidas gratuitamente aos consumidores.
      Na chegada, o governador enfrentou protestos de representantes do Sindicato dos Químicos e Plásticos de São Paulo. Cerca de 50 manifestantes carregavam faixas em que acusavam Alckmin de reduzir empregos e aumentar o lucro dos supermercados. O coordenador político do sindicato, Osvaldo Bezerra, alega que o projeto pode representar o fechamento de 20 mil vagas diretas e 100 mil indiretas:
— Essa iniciativa causa impacto negativo na geração de empregos e aumenta o custo para o consumidor, que terá de pagar pelas novas sacolas.
      O benefício ambiental, no entanto, deve ser grande. Dados da Secretaria Estadual do Meio Ambiente indicam que são produzidas no País 210 mil toneladas anuais de plástico filme (matéria-prima da sacolinha). Nos aterros sanitários, elas levam 100 anos para se decompor e se misturar ao solo. Já a sacola biodegradável, segundo a secretaria, se desfaz em até 180 dias em usina de compostagem e em dois anos em aterro.

http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3303909,Supermercados-paulistas-vao-abolir-sacolinhas-plasticas.html

COMENTÁRIO>> Com essa notícia percebo a preocupação de muitos com o nosso planeta Terra. O governador de São Paulo assinou um protocolo para zerar a partir de janeiro de 2012 o uso de sacolas plásticas no estado. No País, 210 mil toneladas de plástico filme (usado na sacolinha plástica) são produzidos ao ano. E essas sacolinhas demoram 100 anos para se decompor na natureza, enquanto a sacola biodegradável, proposta pelo governo, demora apenas 180 dias.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Apple longe do topo das tecnológicas verdes

A Apple apareceu na última colocação de um dos mais amplos rankings de empresas tecnológicas verdes por conta de sua alta dependência de centros de dados "sujos".
A lista, produzida pelo Greenpeace e revelada em São Francisco (EUA) no final de abril, mostra que a empresa depende fortemente de carvão altamente poluente nos locais onde ficam seus bancos de servidores.
O relatório do Greenpeace How dirty is your data? (Quão sujos são seus dados?, em tradução livre) revela que o investimento da empresa em uma nova instalação na Carolina do Norte (EUA) vai triplicar seu consumo de energia, equivalente a demanda por eletricidade de 80 mil residências norte-americanas.

A energia da unidade será fornecida pela Duke Energy, a partir de um mix de 62% vinda de carvão e outros 32% de fonte nuclear. Recentemente, a Apple teve um grande impulso em seu lucro trimestral, que cresceu 95%, para US$ 6 bilhões.
Gary Cook, analista político de TI (Tecnologia da Informação) do Greenpeace e coordenador do relatório afirmou:
- Os consumidores querem saber que quando fazem o upload de um vídeo ou mudam o status no Facebook não estão colaborando para o aquecimento global ou futuras Fukushimas.

Mais transparência nos relatórios de energia
As empresas nos EUA não são obrigadas por lei a divulgar o seu uso de energia ou as suas emissões de carbono. Mas o Greenpeace extraiu de informações públicas os investimentos realizados em centros de dados para estimar o quanto de energia essas instalações vão consumir. Depois, combinaram as informações com dados do governo.
O relatório estimou a dependência dos centros de dados da Apple com relação ao carvão em 54,4%, seguida de Facebook, com 53,2%, IBM, com 51,6%, HP, com 49,9%, e Twitter, com 42,5%. As marcas com as melhores colocações em energia limpa no estudo foram Yahoo, Google e Amazon. O Greenpeace também está em uma campanha para que o Facebook deixe de ser "amigo do carvão" e passe a usar energia limpa.
- Muitas empresas tratam seu consumo de energia como uma fórmula secreta porque não querem que seus concorrentes saibam o quanto elas gastam. A energia consumida pode indicar em que tipo de "corrida armamentista" a empresa está - disse Cook.

Download de músicas versus compra de CD
A computação se baseia em grandes centros de dados, em vez de um setor de TI interno para abastecer serviços como Hotmail ou Gmail. A demanda dos centros de dados já é responsável por algo em torno de 1,5% a 2% do consumo de energia mundial e deve quadruplicar nos próximos 10 anos. Molly Webb, diretora de tecnologia inteligente do Grupo Climático em Londres, afirma:
- O ideal seria destacar a necessidade de investimentos e de uma política de governo ambiciosa para garantir energia limpa suficiente para deixar os tweets mais verdes.
Jonathan Koomey, pesquisador de energia e impactos ambientais do setor de TI, que teve um de seus trabalhos citados no estudo, destaca que essa indústria atrai críticas indevidas:
- O uso da TI frequentemente reduz os impactos ambientais. Quando comparamos as emissões do download de uma música com as da compra de um CD, por exemplo, descobrimos que a primeira opção reduz em até 80% o impacto no ambiente.

http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/nossomundo/19,997,3296381,Apple-longe-do-topo-das-tecnologicas-verdes.html

COMENTÁRIO>> Uma pesquisa feita pelo Greenpeace afirma que as empresas Google, Yahoo e Amazon estão nos primeiros lugares em utilização de energia limpa. Mas a empresa Apple está em último lugar nessa pesquisa, e assim não colaborando com o meio ambiente. Isso tudo porque, a empresa mais famosa do mundo, depende de um carvão altamente poluente. Mas espero que, com essa lista essas companhias se "liguem" e arranjem um jeito de produzir sem agredir a natureza.